Todos os dias converso contigo Meu Pai, e é tão bom saber que me ouves, me sondas, me conhece , sabendo de todo o meu caminhar. É verdade, estás presente em todos os momentos, até mesmo naqueles que o deserto parace não ter fim. Tu conheces todas as minhas virtudes e defeitos, até aquelas que parecem escondidas...Tu sabes de tudo Senhor.
Quero agradecer por tudo que tenho vivido até aqui, pela caminhada, até mesmo aquelas espinhosas, pois é justamente nessas que aprendo a ser uma pessoa melhor, que me ensina que nem tudo deve ser conforme a minha vontade, e que a Tua vontade sempre será boa, perfeita e agradável em todos os momentos de minha vida.
Obrigada pela linda família que tenho, foi tudo que sempre sonhei, uma família unida e feliz, obrigada por cada momento que passo com ela, momentos esses que quero sempre aproveitar, não desperdiçando um só minuto.
Obrigada pelos amigos, que são pessoas maravilhosas, e te glofico até mesmo pelas nossas diferenças, porque através delas aprendo aceitar cada um do jeito que é, até porque eu também tenho meu jeito, tenho as minhas manias e defeitos.
Obrigada pelos meus inimigos, que são aquelas pessoas capazes de despertar o pior de mim, para que eu venha me concertar para que sobressaia o meu melhor, que é o teu perdão, misericórdia e amor, porque são essas pessoas a quem devo exercer um amor que só pode vim de Ti, porque amar quem nos ama, é muito fácil.
Obrigada pela minha igreja, nela aprendo todos os dias a viver em comunhão com meu irmão, aprendo a entrega de altar, que é aquela onde me prosto em Tua presença e lhe entrego tudo...minhas aflições, minhas petições, meus agredecimentos. Obrigada também pelos pastores desse lindo lugar, são pessoas que amo muito e que nunca quero me esquecer.
Obrigada pela oportunidade que me deste, quando recebi a Tua vida, fazendo parte de um plano lindo que já estava traçado quando ainda estava no ventre materno. A minha história já estava escrita pelas Tuas mãos Meu Pai, quando eu ainda nem sequer existia, pois Tu és o princípio e o fim de todas as coisas.
Senhor, queria te pedir para que o Teu amor seja uma caracterísca que sobressaia em meu carácter, que minhas atitudes sejam sempre guiadas conforme aquilo que Tu queres de mim, que eu saiba levar com execelência o Teu nome para aqueles que precisam conhecer a Ti. Que a Tua sabedoria seja derramada sobre a minha vida, que eu tenha discernimento para em determinadas situações saber distinguir entre o bem e o mal, o que é certo e o que está longe de o ser.
Me ajuda a ser um vaso quebrado e moldado segundo o Teu querer.
Ó Pai, me ajuda a fazer todos os dias a Tua vontade, que eu seja uma representante do Teu Reino ousada e usada por Ti. Me ensina a ter um coração como o Teu, humilde, quebrantado, com ouvidos sensíveis a Tua voz.
Obrigada por tudo Meu Pai querido.
.
terça-feira, 24 de julho de 2012
domingo, 8 de julho de 2012
Razão de viver
MARCOS 8.34-38
Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua
alma? (Mc 8.36.)
A maior alegria de viver é saber
Que no rol dos salvos, se encontra o meu nome.
Que em Cristo Jesus saciei minha fome.
Que da água da vida bebi e me enchi
De paz, salvação, alegria, de unção.
E agora é viver para sempre aqui
Aguardando na festa a premiação.
O médico, já grisalho e aposentado, vivera seus anos de juventude como
cirurgião plástico. Não é nada fácil a vida de um médico. Sem horário para
almoçar nem para dormir, sem direito à privacidade, principalmente quando
se mora no interior. Mas aquele cirurgião se gabava de nunca ter se submetido
a dar nenhum tratamento de graça. Nunca, em sua agenda, estava
marcada uma consulta ou uma intervenção cirúrgica gratuita.
Escolhera o lugar de morar, a fazenda que queria comprar, a esposa com
quem queria viver… Mas não tinha amigos. Sua esposa se sentia muito só. Aquele
homem teve um problema cardíaco e ficou internado em estado de coma, no pequenino
hospital de interior, onde escolhera ter sua fazenda. Somente o médico
da cidade viera visitá-lo. Sua esposa disse que ninguém tinha vindo vê-lo, nem os
próprios filhos. E, ao falecer, algumas pessoas da cidade disseram:
“Morreu tarde!”
E não houve praticamente ninguém, além da esposa e dos filhos, presente
no seu funeral.
Não vale a pena viver para “ganhar dinheiro” como finalidade da vida em si. O
trabalho tem a sua recompensa, que é o salário ou os honorários. Mas, quando se
olha para o dinheiro como alvo do viver, pode-se correr este risco: não fazer amigos,
não plantar amor. E, se não houver plantio, não haverá colheita, não é mesmo?
Lembre-se de que o dinheiro é um ótimo servo, mas é um péssimo
senhor. Ele é tirano e destruidor de vidas, e as leva para o inferno. É ilusão
buscar servir-lhe. O fim é a solidão.
Escolha Cristo e plante amor, amizades, alegria, paz. E colha felicidade.
Pai, quero viver aqui somente para te glorificar. Encha o
meu coração de muito amor e compaixão, para que eu seja um
semeador da bondade que há em ti. Amém.
Devocionais Lagoinha
Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua
alma? (Mc 8.36.)
A maior alegria de viver é saber
Que no rol dos salvos, se encontra o meu nome.
Que em Cristo Jesus saciei minha fome.
Que da água da vida bebi e me enchi
De paz, salvação, alegria, de unção.
E agora é viver para sempre aqui
Aguardando na festa a premiação.
O médico, já grisalho e aposentado, vivera seus anos de juventude como
cirurgião plástico. Não é nada fácil a vida de um médico. Sem horário para
almoçar nem para dormir, sem direito à privacidade, principalmente quando
se mora no interior. Mas aquele cirurgião se gabava de nunca ter se submetido
a dar nenhum tratamento de graça. Nunca, em sua agenda, estava
marcada uma consulta ou uma intervenção cirúrgica gratuita.
Escolhera o lugar de morar, a fazenda que queria comprar, a esposa com
quem queria viver… Mas não tinha amigos. Sua esposa se sentia muito só. Aquele
homem teve um problema cardíaco e ficou internado em estado de coma, no pequenino
hospital de interior, onde escolhera ter sua fazenda. Somente o médico
da cidade viera visitá-lo. Sua esposa disse que ninguém tinha vindo vê-lo, nem os
próprios filhos. E, ao falecer, algumas pessoas da cidade disseram:
“Morreu tarde!”
E não houve praticamente ninguém, além da esposa e dos filhos, presente
no seu funeral.
Não vale a pena viver para “ganhar dinheiro” como finalidade da vida em si. O
trabalho tem a sua recompensa, que é o salário ou os honorários. Mas, quando se
olha para o dinheiro como alvo do viver, pode-se correr este risco: não fazer amigos,
não plantar amor. E, se não houver plantio, não haverá colheita, não é mesmo?
Lembre-se de que o dinheiro é um ótimo servo, mas é um péssimo
senhor. Ele é tirano e destruidor de vidas, e as leva para o inferno. É ilusão
buscar servir-lhe. O fim é a solidão.
Escolha Cristo e plante amor, amizades, alegria, paz. E colha felicidade.
Pai, quero viver aqui somente para te glorificar. Encha o
meu coração de muito amor e compaixão, para que eu seja um
semeador da bondade que há em ti. Amém.
Devocionais Lagoinha
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Amor ao próximo, pratique!
Nos dias em que se segue, muito é falado do amor, amor ao próximo...sim, os religiosos principalmente, muito falam desse amor. A verdade mesmo é que muitos falam, mas até que ponto tem sido praticado esse amor?
Em uma de suas postagens, o professor Luiz Zaga publicou:
"As emoções humanas têm poder eletromagnético. Elas emanam radiações capazes de estimular glândulas inibidas pelo desamor, pela insegurança e por medos inexplicáveis.
Portanto, emanar mensagens carregadas de emoções profundas que energizem as glândulas endócrinas e exócrinas, reativam a produção dos “líquidos” da vida: o hormônio do amor, o hormônio da fraternidade, o hormônio da reconciliação consigo mesmo e com Deus."
Se sabe que o ser humano é o único ser que não vive sem afetos...qualquer outro ser depois do desmame é capaz de viver sem suas mães e conseguem ser independentes. A experiência fracassada de Hitler nos ilustra essa verdade.
O ditador resolveu idealizar uma raça pura (ariana), a experiência se baseava em atos desumanos para que essas fossem concretizadas, onde pegavam mulheres e homens, com perfis de acordo com o sistema, e os faziam reproduzirem-se. Os filhos gerados eram separados da mãe, e tinham treinamentos para conseguirem alcançar a tal "perfeição" exigida pelo ditador. A verdade foi que essa experiência matou muitos, e com isso chegaram a conclusão que precisavam de afetos, e sem isso morriam sem causa aparente. A experiência não vingou porque embora eles fossem bem alimentados e educados, faltava o amor.
Qualquer idéia humana de idealizar uma obra que somente o próprio Deus pode fazer, sempre será frustada. Deus quando nos formou, nos fez a Tua imagem e semelhança, assim nos diz a bíblia. Ele nos formou e nos amou desde então. Fazemos parte de um projeto perfeito de Deus, que embora tenha tomado rumos diferentes, continua com o mesmo propósito, levar o homem a Ele.
Acreditar num amor que não vemos pode parecer complicado, mas quando acreditamos nesse amor ele se torna real. Na bíblia diz que o amor de Deus excede todo conhecimento, Ele se traduz no amor de coríntios 13.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
1 Coríntios 13:4-7
O amor de Deus pelos Seus filhos é nítido quando vemos o sacrifício de Jesus na cruz, ali o Pai entregou o que Ele tinha de melhor, por amor a nós. Deus resgatou o homem pecador através de Jesus, e quando o enviou, deu o exemplo do que Ele queria que fosse praticado por nós, nos deu o exemplo para ser seguido.
Ficaria uma vida aqui listando o amor de Jesus, e como de várias formas esse amor foi praticado. O amor ao próximo, Jesus exemplificou em uma parábola que foi contada para um certo senhor da lei:
E, respondendo Jesus, disse: Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos dos salteadores, os quais o despojaram, e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto.
E, ocasionalmente descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e, vendo-o, passou de largo.
E de igual modo também um levita, chegando àquele lugar, e, vendo-o, passou de largo.
Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão;
E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem, e cuidou dele;
E, partindo no outro dia, tirou dois dinheiros, e deu-os ao hospedeiro, e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que de mais gastares eu to pagarei quando voltar.
Qual, pois, destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores?
E ele disse: O que usou de misericórdia para com ele. Disse, pois, Jesus: Vai, e faze da mesma maneira.
O exemplo de Jesus sempre foi e sempre será o melhor, pois amou de todas as maneiras, nos dando o modelo a ser seguido. Ele amou o pecador, amou o fraco, o abatido de espírito...simplesmente amou e exerceu esse amor na prática.
O amor Dele foi além das palavras, foi um amor de atitudes! Deus espera de nós esse amor por vários motivos, está explicita essa ordem na bíblia, é uma vontade Dele e o modelo nos foi dado, e devemos todos os dias praticá-lo, não de acordo com nossas vontades, mas sim de acordo com os mandamentos Dele, pois quem o ama, obedece, e não faz por obrigação, mas faz porque tem prazer em Tua palavra, e tem prazer em cumprir a Tua vontade.
Na palavra diz que aquele que ama ao próximo ama a Deus, mas quem não ama o próximo, como pode dizer que ama a Deus? Se o irmão que ele vê não ama, como poderá amar a Deus que nem sequer vê?
Amar todos os dias o Teu próximo como a Ti mesmo, é isso que Deus espera de nós. Deixo abaixo o versículo de Romanos 13:8-10
A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei.
Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.
O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor
Deus te abençoe muitíssimo
Gabrielle Gutierres
Em uma de suas postagens, o professor Luiz Zaga publicou:
"As emoções humanas têm poder eletromagnético. Elas emanam radiações capazes de estimular glândulas inibidas pelo desamor, pela insegurança e por medos inexplicáveis.
Portanto, emanar mensagens carregadas de emoções profundas que energizem as glândulas endócrinas e exócrinas, reativam a produção dos “líquidos” da vida: o hormônio do amor, o hormônio da fraternidade, o hormônio da reconciliação consigo mesmo e com Deus."
Se sabe que o ser humano é o único ser que não vive sem afetos...qualquer outro ser depois do desmame é capaz de viver sem suas mães e conseguem ser independentes. A experiência fracassada de Hitler nos ilustra essa verdade.
O ditador resolveu idealizar uma raça pura (ariana), a experiência se baseava em atos desumanos para que essas fossem concretizadas, onde pegavam mulheres e homens, com perfis de acordo com o sistema, e os faziam reproduzirem-se. Os filhos gerados eram separados da mãe, e tinham treinamentos para conseguirem alcançar a tal "perfeição" exigida pelo ditador. A verdade foi que essa experiência matou muitos, e com isso chegaram a conclusão que precisavam de afetos, e sem isso morriam sem causa aparente. A experiência não vingou porque embora eles fossem bem alimentados e educados, faltava o amor.
Qualquer idéia humana de idealizar uma obra que somente o próprio Deus pode fazer, sempre será frustada. Deus quando nos formou, nos fez a Tua imagem e semelhança, assim nos diz a bíblia. Ele nos formou e nos amou desde então. Fazemos parte de um projeto perfeito de Deus, que embora tenha tomado rumos diferentes, continua com o mesmo propósito, levar o homem a Ele.
Acreditar num amor que não vemos pode parecer complicado, mas quando acreditamos nesse amor ele se torna real. Na bíblia diz que o amor de Deus excede todo conhecimento, Ele se traduz no amor de coríntios 13.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
1 Coríntios 13:4-7
O amor de Deus pelos Seus filhos é nítido quando vemos o sacrifício de Jesus na cruz, ali o Pai entregou o que Ele tinha de melhor, por amor a nós. Deus resgatou o homem pecador através de Jesus, e quando o enviou, deu o exemplo do que Ele queria que fosse praticado por nós, nos deu o exemplo para ser seguido.
Ficaria uma vida aqui listando o amor de Jesus, e como de várias formas esse amor foi praticado. O amor ao próximo, Jesus exemplificou em uma parábola que foi contada para um certo senhor da lei:
E, respondendo Jesus, disse: Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos dos salteadores, os quais o despojaram, e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto.
E, ocasionalmente descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e, vendo-o, passou de largo.
E de igual modo também um levita, chegando àquele lugar, e, vendo-o, passou de largo.
Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão;
E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem, e cuidou dele;
E, partindo no outro dia, tirou dois dinheiros, e deu-os ao hospedeiro, e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que de mais gastares eu to pagarei quando voltar.
Qual, pois, destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores?
E ele disse: O que usou de misericórdia para com ele. Disse, pois, Jesus: Vai, e faze da mesma maneira.
O exemplo de Jesus sempre foi e sempre será o melhor, pois amou de todas as maneiras, nos dando o modelo a ser seguido. Ele amou o pecador, amou o fraco, o abatido de espírito...simplesmente amou e exerceu esse amor na prática.
O amor Dele foi além das palavras, foi um amor de atitudes! Deus espera de nós esse amor por vários motivos, está explicita essa ordem na bíblia, é uma vontade Dele e o modelo nos foi dado, e devemos todos os dias praticá-lo, não de acordo com nossas vontades, mas sim de acordo com os mandamentos Dele, pois quem o ama, obedece, e não faz por obrigação, mas faz porque tem prazer em Tua palavra, e tem prazer em cumprir a Tua vontade.
Na palavra diz que aquele que ama ao próximo ama a Deus, mas quem não ama o próximo, como pode dizer que ama a Deus? Se o irmão que ele vê não ama, como poderá amar a Deus que nem sequer vê?
Amar todos os dias o Teu próximo como a Ti mesmo, é isso que Deus espera de nós. Deixo abaixo o versículo de Romanos 13:8-10
A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei.
Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.
O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor
Deus te abençoe muitíssimo
Gabrielle Gutierres
segunda-feira, 12 de março de 2012
Seguir com Jesus
“De novo, lhes falava Jesus dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida.” (João 8.12.)
Muitas vezes em meio a nossa caminhada, nos perdemos do foco da luz da vida que é Jesus!
São tantos problemas, questionamentos, fadigas, tristezas que acabamos por submergir em nossa fé e nos esquecemos que as trevas não podem mais nos dominar com suas intermináveis setas de problemas.
Sendo assim, por que então nos deixamos abater de forma tão visível aos olhos dos que estão ao nosso redor? Por que não conseguimos andar em novidade de vida como nos ensina a Palavra? Por que nos deixamos dominar por sentimentos que não nos fazem bem, como a tristeza, a derrota, o desespero e a fadiga? É simples, porque esquecemos de seguir com Jesus!
Não dar a devida importância em caminhar ao lado Dele, cultivar a comunhão com o Seu Espírito dia a dia, como Ele fazia, mesmo sendo o Deus Filho, se retirando para o deserto, para os montes, a fim de orar e de se aconselhar com o Pai, com toda a certeza nos fará perecer!
Não são poucas as vezes em que “baixamos a guarda” em relação a seguir os exemplos do Senhor e que por esse motivo, os sofrimentos da alma, do corpo e do espírito nos alcançam!
Em toda a história humana, todos os homens e mulheres foram sempre perseguidos de forma cruel pelo inimigo das nossas almas, mas sempre experimentaram a vitória, todos aqueles que se deixaram conduzir pelos conselhos do Senhor!
Os “heróis da fé” mencionados na Bíblia, não eram “super irmãos”, eram apenas humildes irmãos submissos à vontade do Senhor! Homens e mulheres de oração, que se retiravam para os seus montes e desertos, a fim de contemplarem a glória e a sabedoria de Deus para as suas vidas.
Jesus foi um homem de dores, que sabia o que era padecer ( Isaías 53.3), porém mesmo em seus últimos momentos que precederam a cruz, orava intensamente, buscava a face do Pai!
Mesmo sendo Deus, mas como verdadeiro homem, o Senhor experimentou a dor, o abandono, a ingratidão, a humilhação, o desamor e a infidelidade, sentimentos estes que muitas vezes nos afrontam também. Porém a diferença entre a nossa atitude e a Dele, é que Ele perdoava (“Pai perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”), Se humilhava e era sempre gentil (“Eis que estou a porta e bato…” “lavava e enxugava os pés dos discípulos”) , e amava em todo o tempo (“Aquele que vier a mim, de modo algum o lançarei fora”). Assim eram as atitudes do Senhor: amor, perdão, resignação, humildade e bondade.
Contemplando então todos esses exemplos de vida que irradiam a luz divina, a começar pela observação da vida do Senhor, precisamos deixar de murmurar, de nos entristecer e procurar seguir sempre em novidade de vida, caminhando ao lado do Pai, porque bem sabemos, pois Ele nos prometeu, que não estamos sós, que temos o Consolador e que “a alegria do Senhor é a nossa força”.
Será que é fácil então agirmos assim? Acredito que não, porém se perseverarmos em seguir os exemplos de Jesus e os de tantos irmãos do passado e do presente também (por que não?), nosso ânimo se tornará bom e venceremos o mundo e toda a sua dor!
Portanto, acreditamos que somente assim, de forma regular e constante, poderemos refletir a luz da vida e iluminar o caminho para tantos que estão a perecer. Afinal, o nosso bom exemplo, falará mais alto do que muitas palavras que venhamos a proferir.
Pensemos nisso então, e não deixemos de segui-Lo!
::Por Ana Lúcia Lemos
analucia_fk@yahoo.com.br
Igreja Presbiteriana do Recanto das Emas – DF
São tantos problemas, questionamentos, fadigas, tristezas que acabamos por submergir em nossa fé e nos esquecemos que as trevas não podem mais nos dominar com suas intermináveis setas de problemas.
Sendo assim, por que então nos deixamos abater de forma tão visível aos olhos dos que estão ao nosso redor? Por que não conseguimos andar em novidade de vida como nos ensina a Palavra? Por que nos deixamos dominar por sentimentos que não nos fazem bem, como a tristeza, a derrota, o desespero e a fadiga? É simples, porque esquecemos de seguir com Jesus!
Não dar a devida importância em caminhar ao lado Dele, cultivar a comunhão com o Seu Espírito dia a dia, como Ele fazia, mesmo sendo o Deus Filho, se retirando para o deserto, para os montes, a fim de orar e de se aconselhar com o Pai, com toda a certeza nos fará perecer!
Não são poucas as vezes em que “baixamos a guarda” em relação a seguir os exemplos do Senhor e que por esse motivo, os sofrimentos da alma, do corpo e do espírito nos alcançam!
Em toda a história humana, todos os homens e mulheres foram sempre perseguidos de forma cruel pelo inimigo das nossas almas, mas sempre experimentaram a vitória, todos aqueles que se deixaram conduzir pelos conselhos do Senhor!
Os “heróis da fé” mencionados na Bíblia, não eram “super irmãos”, eram apenas humildes irmãos submissos à vontade do Senhor! Homens e mulheres de oração, que se retiravam para os seus montes e desertos, a fim de contemplarem a glória e a sabedoria de Deus para as suas vidas.
Jesus foi um homem de dores, que sabia o que era padecer ( Isaías 53.3), porém mesmo em seus últimos momentos que precederam a cruz, orava intensamente, buscava a face do Pai!
Mesmo sendo Deus, mas como verdadeiro homem, o Senhor experimentou a dor, o abandono, a ingratidão, a humilhação, o desamor e a infidelidade, sentimentos estes que muitas vezes nos afrontam também. Porém a diferença entre a nossa atitude e a Dele, é que Ele perdoava (“Pai perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”), Se humilhava e era sempre gentil (“Eis que estou a porta e bato…” “lavava e enxugava os pés dos discípulos”) , e amava em todo o tempo (“Aquele que vier a mim, de modo algum o lançarei fora”). Assim eram as atitudes do Senhor: amor, perdão, resignação, humildade e bondade.
Contemplando então todos esses exemplos de vida que irradiam a luz divina, a começar pela observação da vida do Senhor, precisamos deixar de murmurar, de nos entristecer e procurar seguir sempre em novidade de vida, caminhando ao lado do Pai, porque bem sabemos, pois Ele nos prometeu, que não estamos sós, que temos o Consolador e que “a alegria do Senhor é a nossa força”.
Será que é fácil então agirmos assim? Acredito que não, porém se perseverarmos em seguir os exemplos de Jesus e os de tantos irmãos do passado e do presente também (por que não?), nosso ânimo se tornará bom e venceremos o mundo e toda a sua dor!
Portanto, acreditamos que somente assim, de forma regular e constante, poderemos refletir a luz da vida e iluminar o caminho para tantos que estão a perecer. Afinal, o nosso bom exemplo, falará mais alto do que muitas palavras que venhamos a proferir.
Pensemos nisso então, e não deixemos de segui-Lo!
::Por Ana Lúcia Lemos
analucia_fk@yahoo.com.br
Igreja Presbiteriana do Recanto das Emas – DF
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Dia da saudade
Realmente leavria aqui uma vida se fosse listar o que me faz imensa falta, pessoas, momentos, coisas...
Sinto saudade do meu falecido pai, que ainda está tão presente em minha memória...pessoa que sem igual, que me ensinou tanto, que me deixou um modelo a seguir.
Sinto saudade da minha irmã querida do Brasil, minha parceira desde a infância, cúmplice em tudo, nos melhores e piores momentos, fizemos muitas asneiras juntas, mas também incontáveis coisas boas!
Sinto saudade do meu Brasil, dos amigos que lá deixei, familiares, daquela comida do meu povo, daquele amor todo que nenhum povo dessa terra tem, bem verdade isso.
Sinto saudade da minha infância, da falta de compromisso daquele tempo, das bricandeira e de tudo que aquela fase linda representa.
Saudade da minha primeira cadela, inesquecível mima, que morreu ainda tão novinha de parvovirose.
Mas uma coisa tenho que confessar, a saudade para mim não dói...é uma coisa boa, é aquilo que de melhor ficou na memória e simplesmente ficou por ser tão bom! Nossa vida sempre será feita de eternas saudades, porque somos seres que guardamos o melhor dentro de nós, embora por vezes também fique o pior.
A minha saudade, eterna saudade, boa de ser lembrada, e de vez em quando, se for possível revivida, a cada vez que vejo pessoas que há muito não via, a cada gesto não praticado há tanto tempo, a cada situação revivida, mesmo que não seja tão intensa como antes...e claro, a saudade impossível de reviver, de pessoas que já se foram, de momentos únicos e que não podem voltar, e de provar coisas que até já deixaram de existir, como o pirulito do zorro! Eu amava aquilo! kkkkkkkkkkkkkk...
Mas que a minha saudade não seja nunca dolorosa, mas sim a feliz saudade...
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
O rei Davi (história e liderança)
Deus havia ordenado por meio de Samuel que Saul destruísse completamente o povo amalequita por haverem atacado o povo de Israel durante o período do êxodo do Egito, no entanto Saul não destruiu o melhor dos despojos e o próprio rei Amalequita Agague. Por essa desobediência Samuel profetizou que Saul não seria mais o rei de Israel.
Samuel, instruído por Deus vai secretamente até a casa de Jessé para ungir um novo rei para Israel. Apesar de David ser o mais novo de seus sete irmãos ele foi o escolhido por Deus para ser ungido. A bíblia relata que nessa época um "mau espírito" atormentava Saul e seus servos buscaram alguém que soubesse tocar lira para que Saul se acalmasse. Saul se afeiçoou por David e fez dele seu escudeiro. Mais tarde quando o exército filisteu se reuniu para enfrentar os israelitas, um gigante chamado Golias desafiou o exército israelita a enviar um homem para enfrentá-lo, no entanto, os israelitas tiveram medo do gigante. David, indignando-se da vergonha que Golias trazia a Deus e a todo exército de Israel com suas palavras, decidiu enfrentá-lo. Saul ofereceu sua armadura para David, no entanto ele recusou por não ser treinado no combate com armadura e ser de pequena estatura em comparação à armadura (a Bíblia relata que Saul era particularmente alto dizendo que seus ombros sobressaíam acima do resto do povo), então Davi enfrentou Golias munido apenas de uma funda e algumas pedras. Logo no começo da batalha Davi acertou-lhe a testa com uma pedrada e, caindo Golias, arrancou-lhe a cabeça com sua própria espada.
Após a vitória David foi colocado como líder de um grupo de soldados e tornou-se o melhor amigo de Jônatas, filho de Saul. Sendo David bem sucedido em todas suas missões e ganhando fama entre o povo, o rei Saul passou a invejá-lo e temeu perder o poder para David. Algumas passagens Bíblicas falam da grande amizade que havia entre Davi e Jônatas . Como no caso da Declaração de Davi, para a Morte de Jônatas, onde Davi afirma: "Angustiado estou por ti, meu irmão Jônatas; quão amabilíssimo me eras! Mais maravilhoso me era o teu amor do que o amor das mulheres." 2 Samuel1:26
A partir daí Saul tentou por inúmeras vezes matar David, o qual fugiu para salvar-se. Percebe-se nitidamente na narrativa bíblica que David sempre respeitou a unção de Saul como rei.
David fugiu para o deserto, e começaram a reunir em torno de sí, todos os indesejáveis da época, a Bíblia fala que ladrões e assassinos começaram a procurá-lo, formando um pequeno contigente bélico, o qual o ajudava a se defender das investidas tanto do rei Saul, quanto de outros povos. Quando rei Saul morreu David governou a tribo de Judá. E Isboset, filho de Saul, governou o restante de Israel. Quando Isboset morreu David foi escolhido por Deus para governar a toda Israel. Ele foi um homem usado por Deus e fez muitas mudanças a Israel
A liderança de Davi
O caminhar com Deus e fazer sempre a sua vontade é que fará a diferença ao longo de nossa liderança. Saul se tornou desobediente à voz de Deus, e se tornou também inapto para liderar. Por sua desobediência, o Espírito do Senhor saiu dele (1º Sm 16.13, 14), e entrou em Davi (Pela ordem cronológica, como observou Ruy Bérgstén, primeiro Deus entrou em Davi, e depois se afastou de Saul). É justamente neste contexto, de necessidade de uma liderança centrada em Deus, que Ele escolhe Davi para ser o novo líder em Israel.
A Unção para o serviço é apenas o começo da caminhada. Precisamos sempre, e não apenas no começo, caminhar com Deus e respeitar suas orientações.
1. Deixe que Deus escolha você
“Então disse o SENHOR a Samuel: Até quando terás dó de Saul, havendo-o eu rejeitado, para que não reine sobre Israel? Enche um chifre de azeite, e vem, enviar-te-ei a Jessé o belemita; porque dentre os seus filhos me tenho provido de um rei” (1º Sm 16.1).
Uma das coisas mais importantes na liderança bíblica é o fato de que Deus deseja que os líderes sejam pessoas que conduzam o povo a Deus. Isto não se refere apenas à liderança na igreja, mas em todas as esferas em que vivemos. E Deus escolhe seus próprios líderes. Jesus deixou claro que quando carecemos de obreiros para trabalhar na obra de Deus, devemos pedir ao Senhor da Será que mande os obreiros para o seu trabalho (Mt 9.37,38). Os céus possuem os melhores recursos humanos para a Igreja, e a oração é essencial na escolha de novos líderes. Não escolhemos a nós mesmos para estar em posição de liderança, pois o desejo do poder costuma corromper as pessoas.
A. W. Tozer comentou que “O Verdadeiro líder, digno de confiança, é provavelmente o que não deseja ser líder, mas é forçado a assumir uma posição de liderança graças à pressão interior do Espírito Santo e à urgência da situação interna. Assim foi com Moisés, com Davi e os profetas do Antigo Testamento... O verdadeiro líder não terá desejo algum de dominar sobre a herança de Deus, mas será humilde, brando, dedicado e inteiramente pronto a ser liderado da mesma forma que lideraria, quando o Espírito deixar claro que apareceu um homem mais sábio e mais talentoso que ele”.
Não estamos com isso questionando a voluntariedade. Davi foi voluntário para lutar contra o gigante. Aqui questionamos o sentimento soberbo, de que apenas “eu” posso fazer isto ou aquilo, que sou capaz e que posso realizar. Este tipo de pessoa costuma se escolher, se usar em nome de Deus, se tornar o centro das atenções. Pessoas assim não servem para servir.
Deus é quem nos escolhe para liderar. Quem arroga para si a liderança provavelmente não está apto para ela.
2. Seja um servo
“Davi disse a Saul: Não desfaleça o coração de ninguém por causa dele; teu servo irá, e pelejará contra este filisteu” (1º Sm 17.32).
Os exércitos de Israel e dos Filisteus estavam para se enfrentar em Socó, quando um soldado de tamanho descomunal e muita experiência de guerra, Golias, se apresentou ao povo e desafiou os israelitas a enviarem um combatente seu, a fim de que ambos resolvessem a questão daquela guerra. Do povo nenhum representante saiu, e mesmo Saul não se apresentou para combater Golias, que continuamente afrontava o exército do Deus Vivo. Ele era um verdadeiro carro blindado, assustador apenas de se ver.
Enviado por seu pai ao arraial dos israelitas para ver como estavam seus irmãos, Davi ficou indignado de que um filisteu injuriasse o seu povo. O líder segundo o coração de Deus deve ter zelo pelas coisas de Deus, e lutar para que o nome do Senhor seja glorificado.
Convocado para se apresentar diante de Saul, deixou claro ao rei que ele, como servo, iria pelejar contra o gigante. “Teu servo irá”. Davi não disse: “Saul, fui recentemente ungido por Samuel para ser o próximo rei de Israel, e preciso fazer o meu nome conhecido em nossa nação!” Davi se colocou na posição de servo que era, e assim foi honrado por Deus, pois não buscou a glória para si. Servos não constroem altares para serem reconhecidos, como fez Saul (1º Sm 15.12). Há pessoas que deixam de servir quando ocupam uma posição privilegiada, e se esquecem de que Deus há de cobrar-lhes o que fizeram enquanto ocupavam cargos de liderança. Jesus deu o exemplo de serviço quando lavou os pés dos discípulos. A resposta de Davi foi: “teu servo irá”. Como servo Davi foi vitorioso contra Golias, e deu a Israel um grande livramento.
Davi não deixou de ser servo após ter recebido a unção para reinar sobre Israel. E como servo Davi foi usado e honrado por Deus.
3. Enfrente os desafios mesmo quando ninguém vê
Então disse Davi a Saul: Teu servo apascentava as ovelhas de seu pai; e quando vinha um leão e um urso, e tomava uma ovelha do rebanho, Eu saía após ele e o feria, e livrava-a da sua boca; e, quando ele se levantava contra mim, lançava-lhe mão da barba, e o feria e o matava. Assim feria o teu servo o leão, como o urso; assim será este incircunciso filisteu como um deles; porquanto afrontou os exércitos do Deus vivo. (1º Sm 17.34-36)
Questionado por Saul sobre sua intenção de combater o gigante, Davi disse que já enfrentara um urso e um leão para defender as ovelhas de seu pai. Observe que, pelo texto, primeiro Davi livrava a ovelha, para depois livrar sua própria vida. Isto demonstra coragem e altruísmo. E Davi não teve uma platéia para observar seus feitos heróicos, apenas ovelhas.
Depois de ser ungido, voltou a pastorear as ovelhas de seu pai. Ovelhas não conversam umas com as outras dizendo: Nosso pastor ontem enfrentou um urso para nos defender. No mês passado, ele enfrentou um leão também. Estamos seguras perto desse pastorzinho!” A platéia de Davi jamais falaria dos seus atos heróicos. Muitos pastores sem compromisso em Israel jamais lutariam com um urso ou um leão por uma ovelha. Eles simplesmente pagavam o valor da ovelha devorada. Na mão destes, ovelha morta vira estatística. Mas Deus não vê o nosso rebanho como um simples número.
Davi não apregoou esses feitos, senão quando questionado por Saul. Deus, melhor que ninguém, observa o que fazemos quando ninguém está olhando. A presença dEle conosco nessas horas de anonimato é a garantia de sua presença quando nossa liderança for conhecida. Mesmo Jesus foi tentado no anonimato do deserto. Quando trabalhamos na igreja para que outros nos observem, estamos fazendo algo pelo motivo errado. Quem dá esmolas, ora ou jejua para ser observado pelos homens já recebeu o seu galardão. Deus não tem compromisso em recompensar essa pessoa. A publicidade pode ter seu valor entre os homens, mas Deus recompensa a discrição e o anonimato, pois ambas as coisas abrem as portas para que o nome dEle seja glorificado, e não o nosso.
Não espere ser visto ou reconhecido para enfrentar desafios.
4. Dependa de Deus
Disse mais Davi: O SENHOR me livrou das garras do leão, e das do urso; ele me livrará da mão deste filisteu. Então disse Saul a Davi: Vai, e o SENHOR seja contigo” (1º Sm 17.37).
As vitórias alcançadas não podem nos tornar soberbos, e sim cada vez mais dependentes de Deus. Essa dependência faz a diferença na liderança. Desde a queda, o homem busca ser uma pessoa independente de Deus. Por isso que, para o homem pecador, dependência é sinônimo de fraqueza, de incapacidade, de submissão. Mas é justamente aqui que reside o segredo de uma liderança vitoriosa: É a dependência de Deus que nos faz andar com Deus e realizar coisas impossíveis. Enquanto Saul dependeu de Deus, Deus era com ele, mas a partir do momento em que Saul resolveu desobedecer a Deus, Deus deixou de falar com ele, pois a voz divina não fazia mais diferença na vida do monarca.
Por depender de Deus, Davi enfrentou Golias sem ter em suas mãos armas adequadas ou experiência de combate corpo-a-corpo. A funda que Davi usava servia primordialmente para atirar pedras na frente de ovelhas desgarradas, fazendo com que retornassem para o rebanho, mas foi com ela que Golias foi abatido. Uma pedra, lançada por um adolescente, derrubando um combatente de quase três metros de altura, com no mínimo 130 quilos, capacete israelense e colete a prova de balas. E a submissão a Deus fez de Davi um grande guerreiro, temido por seus inimigos: “Porque contigo entrei pelo meio duma tropa, com o meu Deus saltei uma muralha” (Sl 18.29). Apenas a dependência de Deus nos torna ousados.
Nada podemos fazer que seja por nossa própria conta, pois nossos esforços sempre estarão aquém daquilo que é necessário. “Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (Jo 15.5).
Não permita que as vitórias o tornem uma pessoa tão forte que se esqueça de depender de Deus.
5. Seja esforçado na adversidade
E Davi muito se angustiou, porque o povo falava de apedrejá-lo, porque a alma de todo o povo estava em amargura, cada um por causa dos seus filhos e das suas filhas; todavia Davi se fortaleceu no SENHOR seu Deus (1º Sm 30.6)
Saber lidar com a adversidade é muito importante para a liderança, pois ela, tanto quanto o poder, costumam revelar quem nós realmente somos. Davi estava morando em Ziclague, na terra dos filisteus. Por questão de segurança, os homens que seguiam Davi e o próprio Davi estavam naquela terra, protegendo suas famílias: “Disse, porém, Davi no seu coração: Ora, algum dia ainda perecerei pela mão de Saul; não há coisa melhor para mim do que escapar apressadamente para a terra dos filisteus, para que Saul perca a esperança de mim, e cesse de me buscar por todos os termos de Israel; e assim escaparei da sua mão. Então Davi se levantou, e passou, com os seiscentos homens que com ele estavam, a Aquis, filho de Maoque, rei de Gate (1º Sm 27.1,2).
Após sair em uma de suas campanhas, Davi e seus homens descobrem que aquela terra, que lhes inspirava segurança, não era tão segura assim. Os amalequitas, aproveitando-se da ausência de Davi, destruíram a cidade, queimaram-na e levaram todas as famílias como prisioneiros. Mas não mataram ninguém.
De forma curiosa, os familiares de Davi e de seus homens não foram mortos, uma prática incomum naqueles dias. Aqui vemos a graciosa mão de Deus guardando aquelas pessoas. Imagine você chegar do trabalho, encontrar sua casa destruída e descobrir que seus familiares seqüestrados! A angústia daqueles homens foi muito grande, pois eram pessoas muito mais sensíveis às dores da vida e ao desespero. Eram os mesmos homens que vieram ter com Davi quando este estava escondido na caverna de Adulão: “homem que se achava em aperto, e todo o homem endividado, e todo o homem de espírito desgostoso” (1º Sm 22.2). A dor deles foi tão grande que choraram até que não tiveram mais forças, e falaram em apedrejar Davi. Mas Davi se esforçou no Senhor. É na adversidade que as pessoas que nos cercam percebem de onde vêm as nossas forças. Davi consultou ao Senhor, foi atrás dos amalequitas, derrotou-os e trouxe de volta todos familiares que foram sequestrados. O esforço de Davi, como líder, e a sua dependência de Deus, foram os responsáveis pela vitória naquela situação.
Vitórias em tempos de crise vêm do esforço e da confiança em Deus, sempre de acordo com as suas orientações.
6. Não faça o que é mal aos olhos do Senhor
“E passado o luto, enviou Davi e a recolheu em sua casa; e lhe foi por mulher e ela lhe deu um filho. Porém essa coisa que Davi fez pareceu mal aos olhos do Senhor” (2º Sm 11.27)
Não é pecado ter sucesso na liderança. A questão é como reagimos ao sucesso obtido.
Richard D. Phillips comenta que “o sucesso tem um efeito desorientador sobre a maioria de nós. Depois de lutar tanto tempo para chegar à tão sonhada posição no topo, deixamos de fazer as coisas que nos levaram até ela.” E o pecado pode atacar os que estão na liderança e levá-los direto para o fundo do poço.
Davi deu um gosto especial de vitória ao seu povo. Derrotou os filisteus do oeste, os moabitas do leste, e os arameus de Damasco, no Norte, dominando a Síria (2º Sm 8—10). “E o Senhor ajudava Davi por onde quer que ia. Reinou, pois, Davi sobre todo o Israel; e Davi julgava e fazia justiça a todo o seu povo” (2º Sm 8.14,15).
Nesta altura da história, vemos um Davi no auge de sua liderança e dependência de Deus. Mas a seguir, em 2º Samuel 11, vemos que este mesmo Davi incorreu em um terrível pecado.
O primeiro passo. Davi deveria estar no combate, mas estava em seu palácio, deixando suas tropas sob os cuidados de outra pessoa. Deixar que outras pessoas façam o que podemos fazer é delegação, e isto não constitui um problema. A delegação auxilia os liderados a executar tarefas cada vez mais responsáveis. O problema reside no fato de que aquele era o tempo de os reis estarem na guerra. Quando esquecemos a hora de fazer a nossa parte na obra de Deus, abrimos brechas para a tentação e o pecado. No tempo em que devemos trabalhar, não podemos:
- Estar ociosos, tirando um cochilo enquanto o combate está acontecendo (a linguagem é bastante militar, pois Israel estava em guerra): “levantou-se Davi do seu leito”
- Andar sem objetivos: “andava passeando no terraço da casa real”
- Depositar nosso olhar naquilo que não provém de Deus: “viu uma mulher que estava tomando banho; e era mui formosa”;
- Interessar-se por aquilo que não é da nossa conta: “Davi mandou perguntar quem era”;
- atrair para si o que não era seu: “Enviou Davi mensageiros que a trouxessem”
- Efetivar o pecado: “ela veio, e ele se deitou com ela”
Esse foi o caminho para a queda de Davi. Davi já possuía 6 esposas. Agora queria a de Urias. Não foi tão difícil, para quem já se esquecera da lei de Deus, tendo várias mulheres: “Tampouco para si multiplicará mulheres, para que o seu coração não se desvie” (Dt 17.17).
O mesmo Davi que se conduzia com prudência (1º Sm 18.5,14) e ganhara o respeito do povo pelas vitórias que obtinha agora estava traindo sua própria família, um de seus melhores soldados, seu povo e o seu Deus
A queda de Davi não ocorreu de forma repentina. Ninguém cai de um dia para o outro. A verdade é que as estruturas mais sólidas vão sendo corroídas com o tempo, quando cometemos pequenos delitos, ou quando não deixamos com Deus nossa vida como um todo. E a iInfidelidade pessoal leva à infidelidade profissional e ministerial.
O segundo passo. Davi já cometera um adultério, quando recebe a notícia de que Bate-Seba engravidara. Crianças podem nascer antes do tempo, para dar esta impressão, Davi ordena que Urias retorne para casa, com o objetivo de coabitar com sua esposa. Se isto ocoresse, Davi teria uma desculpar para se safar. Mas Urias era um soldado de valor, e mesmo tendo sido embriagado por Davi, não teve relações sexuais com sua esposa. Isto deixou Davi sem outras opções de esconder seu pecado, e o monarca decide matar um de seus mais fiéis e honrados soldados. E ainda ordena que o próprio soldado leve sua sentença de morte ao comandante Joabe.
O terceiro passo. Primeiro adultério, depois ocultação do pecado, e finalmente, a ordem para um assassinato. O pecado deixou Davi tão cego que ele mandou uma mensagem a Joabe, seu cúmplice no assassinato de Urias: “Não te pareça mal isto aos teus olhos” (2º Sm 11.25). Mas o que não era mal aos olhos de Davi foi mal aos olhos de Deus. Quando nos afastamos de Deus, tentamos convencer as pessoas que o que é errado se torna certo. Mas o olhar de Deus é íntegro. Ele é juiz tanto para a justiça quanto para a injustiça, e quando as encontra, Ele as julga. Aproximadamente um ano se passou sem que houvesse em Davi qualquer manifestação de arrependimento pelo que havia feito. Casado com a viúva, deu aos olhos do povo um ar de legalidade ao que havia feito. Mas Natã, o profeta enviado por Deus, confrontou Davi: “Porque, pois, desprezaste a palavra do Senhor, fazendo o mal diante de seus olhos? A Urias, o heteu, feriste à espada, e a sua mulher tomaste por tua mulher; e a ele mataste com a espada dos filhos de Amom” (2º Sm 12.9). Davi desprezou a Palavra do Senhor, o Deus a quem tanto amou quando era mais novo. Mandou Urias, um estrangeiro hitita que servia no exército de Israel, para ser morto de propósito pelos inimigos. E Deus viu tudo isso.
A conseqüência do pecado de Davi.
Será que Deus não foi severo em suas exigências para com Davi? Porque uma pessoa que está na liderança do rebanho não pode ter uns momentos de folga da santidade? Alguém que obtivera tantas vitórias não poderia dar uma fugidinha, afinal, ser rei é estar sob uma pressão terrível... Deus exige um alto padrão moral de sua liderança. Infidelidade é fazer pouco caso de um compromisso, e no caso de Davi, foi desprezo à Palavra do Senhor. Por causa de seu pecado, o pastor segundo o coração de Deus seria lembrado também por sua terrível falha moral, além de trazer a espada à sua própria casa.
A vigilância faz parte de nossa vida sempre. Tentações e o pecado não tiram férias, portanto, esteja alerta à sua vida moral e espiritual.
7. Cuide de seus filhos
Davi teve diversas esposas e filhos. Não é difícil imaginar que em um lar onde há diversas mulheres e filhos competindo pela atenção de um único homem, a paz e a felicidade certamente não andam juntas. Na época em que cometeu adultério com Bate-Seba, Davi já tinha 6 esposas. Não se preocupou muito em educar e disciplinar seus filhos, e o resultado foi catastrófico.
Um irmão (Amnon) violentou sua meio-irmã (Tamar) (2º Sm 13.1-17);
O irmão desta, Absalão, revoltou-se com a inércia de seu pai.
Davi ficou apenas irado com Amnon, mas não fez mais nada! (2º Sm 13.21);
Davi nada faz para consolar sua filha violentada e humilhada;
Absalão matou seu meio-irmão dois anos depois pelo estupro (2º Sm 13.23,32);
Absalão tem de fugir e fica fora do país por três anos.
Após este período, Davi permitiu que seu filho voltasse a Israel, mas deixou claro que não queria que o filho sequer olhasse a face do rei (2º Sm 14). Essa situação durou mais dois anos. Somando tudo isto, 2 anos a vingança amadureceu no coração de Absalão contra Amnon, mais 3 anos foragido e outros 2 anos sem olhar para Davi. Este foi o tratamento que Davi deu a seu filho, o que depois gerou um golpe de Estado que deixou Davi sem o reino por um período, e custou a vida de Absalão.
Lembra-se do que Deus disse quando Davi pecou? “Assim diz o SENHOR: Eis que suscitarei da tua própria casa o mal sobre ti, e tomarei tuas mulheres perante os teus olhos, e as darei a teu próximo, o qual se deitará com tuas mulheres perante este sol” (2º Sm 12.11). O próximo que se deitou com as concubinas de Davi foi o próprio Absalão. Isto foi conseqüência de seu adultério com Bate-Seba e de sua falha como pai. A presença paterna de Davi era nula, e isto é patente na Bíblia.
No saldo da falta de ação de Davi, houve uma filha estuprada, dois filhos mortos e outras mulheres violentadas, e na frente do povo (2º Sm 7.23). E Davi pouco fez para evitar essa situação.
Se temos filhos, precisamos tratar com eles de forma íntegra. Não é justo cobrar de nosso filhos o que não costumamos cobrar do rebanho.
Precisamos ensiná-los antes de cobrar qualquer coisa, e passar tempo com eles, dando-lhes a atenção que eles merecem. “Como flechas na mão do valente, assim são os filhos da mocidade” (Sl 127.4). Como pais, devemos ter resistência e flexibilidade, pois este equilíbrio permite ao arco apontar e lançar as flechas aos alvos e distâncias corretas. Portanto, seja equilibrado e cuide bem dos filhos que Deus lhe deu.
Seu primeiro rebanho é a sua casa. Não espere ser um bom líder em qualquer outro lugar se não puder começar em seu lar
Fonte:
Pastor Alexandre Claudino
Wikipédia
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Um cego em Paris (tão antigo esse texto, mas amo demais)
Um cego em Paris
Dizem que havia um cego sentado na calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "Por favor, ajude-me, sou cego". Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia
esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.
O publicitário respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho. O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
"Hoje é Primavera em Paris e eu não posso vê-la".
Mudar a estratégia quando nada nos acontece... pode trazer novas
perspectivas. "Precisamos sempre escolher a forma certa de nos comunicarmos com as pessoas. Não adianta simplesmente falarmos, antes precisamos conhecer a melhor mensagem para tocar, sensibilizarmos ou convencermos as pessoas".
Autor: Não
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